Filósofo ateu garante: Deus existe.



 

Antony Flew, um dos maiores filósofos ateus dos últimos cem anos agora garante: DEUS EXISTE. Em seu livro, AS PROVAS INCONTESTÁVEIS DE UM FILÓSOFO QUE NÃO ACREDITAVA EM NADA, Flew disserta argumentos impressionantes a favor da existência de uma mente divina, de um planejador, de uma entidade superior que sustenta todas as leis físicas e toda a beleza e …harmonia do universo.

O Deus cuja existência é defendida por Flew e também por filósofo inglês David Conway é o Deus de Aristóteles: Em resumo, Aristóteles atribui, ao Ser que ele considerava a explicação do mundo e de sua ampla forma, os seguintes atributos: IMUTABILIDADE, IMATERIALIDADE, ONIPOTÊNCIA, ONISCIÊNCIA, UNICIDADE ou  INDIVISIBILIDADE, PERFEITA BONDADE e AUTO-EXISTÊNCIA.

Em seu livro, Conway tenta defender o que ele descreve como a “clássica concepção da filosofia”, ou seja, o que explica o mundo e sua ampla forma é o ato de criação de uma suprema inteligência onisciente e onipotente, mais comumente chamado de Deus, que o criou a fim de dar existência e sustentar seres racionais. Deus criou o mundo para dar origem a uma raça de criaturas racionais. Flew acredita conforme Conway, que seja possível aprender sobre a existência e a natureza desse Deus de Aristóteles através apenas do exercício da razão humana.

De acordo com ele, talvez o mais popular e intuitivamente plausível argumento pela existência de Deus é o argumento do desígnio. O desígnio que se vê na natureza sugere a existência de um Planejador cósmico. Esse é de fato um argumento “da ordem para o desígnio”, porque tais argumentos procedem da ordem percebida na natureza para mostrar a evidência de um plano e, assim, de um Planejador. O que o levou a essa conclusão? A principal foi a questão da origem das leis da natureza, isto é, a regularidade ou simetria nela. Não pelo simples fato de haver essas regularidades na natureza, mas que elas são matematicamente precisas, universais e inteligentes e Albert Einstein, descobridor da relatividade, referiu-se a elas como “razão encarnada” e, acreditava em uma fonte transcendental da racionalidade do mundo, que ele chamava de “mente superior”, “espírito superior infinito”, “força inteligente superior”, “força misteriosa que move as constelações” e para que a natureza surgisse do jeito que é só poderia ser através da “Mente de Deus”.

Einstein, naturalmente, não acreditava em um Deus personificado, e categoricamente rejeitava qualquer antropomorfismo no pensamento religioso, mas sustentava que Deus se manifesta “nas leis do universo como um espírito infinitamente superior ao espírito do homem, diante do qual nós, com nossos modestos poderes, devemos nos sentir humildes”.

Flew salienta que tem descoberto o Divino de modo puramente natural, sem recorrer a quaisquer fenômenos sobrenaturais. Tem sido o exercício do que, tradicionalmente, é chamado de TEOLOGIA NATURAL. Não tem nenhuma ligação com qualquer uma das religiões estabelecidas. Ele alega também que não teve qualquer experiência pessoal a respeito de Deus nem do que pode ser descrito como sobrenatural ou miraculoso.  Resumindo, a descoberta do Divino tem sido uma peregrinação da razão e não da fé.