O Design Inteligente, a maior prova da existência de Deus






O Evolucionismo é a teoria proposta por Darwin (século 19) e aceita pela maioria dos cientistas. Segundo Darwin, a vida na terra evoluiu de formas simples chegando até as mais complexas, descartando o Criacionismo (Deus teria criado o ser humano do barro, conforme a Bíblia).

O mais forte argumento a favor da existência de um deus criador, talvez seja o “design inteligente” (DI). Filósofos antigos já propunham a existência de um “primeiro motor” (Aristóteles) que teria gerado o cosmos. O teólogo britânico, William Paley, em seu livro Teologia Natural (1802) usou a analogia do relojoeiro, que diz mais ou menos assim: se andando por um bosque, encontrássemos uma pedra, diríamos que ela provavelmente sempre esteve lá. Mas se achássemos um relógio no chão, diríamos que ele não surgiu do acaso, isto é, precisou de um projetista, devido sua complexidade. De modo que o universo, que é muito mais complexo, precisou de um projetista, e o nome dele é Deus.

Mas será mesmo que um Ser, conhecido como Deus, projetou (desenhou) o universo? Vamos nos concentrar no ser humano. Dizem os religiosos que somos criados à imagem e semelhança de Deus. No entanto, a feitura do corpo humano apresenta uma série de problemas, que servem de argumentos contra a afirmação de que uma inteligência divina nos projetou.

Eis alguns deles:

 As fêmeas dos primatas podem fazer o próprio parto, puxando o filhote para fora com as próprias mãos. Nas mulheres, também por terem ficado de pé, o canal de saída é em curva e de tal forma que é preciso primeiro empurrar a cabeça numa direção e depois em outra até que ela saia, o que é quase impossível para a maioria das mulheres e resulta num parto demorado e doloroso e até na morte da mãe, em alguns casos. Além disso, cerca de  50% de todas as concepções humanas terminam em aborto espontâneo, em geral sem que a mulher sequer perceba que estava grávida.

Nos homens, o canal urinário passa por dentro da próstata, uma glândula muito sujeita a infecções e ao inchamento resultante. Isto bloqueia a urina e é um problema comum em homens. Passar um tubo deformável através de um orgão que frequentemente se expande e bloqueia o fluxo no tubo não é um projeto inteligente.

Os testículos se formam dentro da barriga e depois têm que passar pela parede abdominal e descer até o saco escrotal, deixando um ponto fraco (na verdade dois) na parede. Este ponto é o chamado “canal inguinal” e pode resultar em hérnia, deixando que os intestinos saiam e fiquem presos em baixo da pele. Os intestinos ficam prejudicados e o fluxo de sangue para os testículos se reduz ou é cortado. Além disso, às vezes um ou os dois testículos não descem.

A gravidez não é um processo saudável. Na verdade, consiste numa guerra imunológica entre a mãe e o “corpo estranho” em seu ventre, que pode causar a morte de bebês com fator RH diferente, e um dilúvio de hormônios e outras substâncias, dos quais a mulher emerge deformada e esgotada, às vezes até com uma forte depressão que leva algumas a rejeitar ou matar seus próprios filhos.

A menstruação é um desperdício de sangue e energia. Preparar-se todos os meses para uma gravidez que quase nunca ocorre e depois jogar tudo fora está longe de ser a melhor solução. E o processo também envolve alterações hormonais que resultam na TPM, por exemplo, entre outros incômodos.

Ao contrário do homem, que está sempre produzindo novos espermatozóides, a mulher já nasce com todo o estoque de óvulos que usará durante a vida. Mas eles ficam velhos demais depois de uma certa idade, dando origem a crianças com problemas genéticos. Quando termina a idade fértil, vem a menopausa e a produção de hormônios se reduz ou cessa, deixando a mulher vulnerável a uma série de doenças.

Finalizando, o ser humano já nasce em meio a dor e sofrimento. Passará os primeiros anos de vida padecendo de cólicas, e outras doenças comuns aos bebês. Uma quantidade enorme de pessoas já nascerá com problemas de saúde de ordem genética tornando muitas vezes a vida difícil e penosa. Milhões de bebês já nascem sem a visão, audição, sem algum membro, ou com uma doença que lhe acompanhará até a morte. Na velhice, somos atacados pelas doenças comuns da “terceira idade”, culminando numa morte geralmente sofrida tanto para  quem parte como para quem fica.