O ser humano é maior que sua realidade sexual






O conceito bíblico sobre o relacionamento sexual é claro, o ideal é a união do homem e mulher, nessa perspectiva é elaborado a idéia do casamento. Mas não vivemos em um mundo ideal, segundo a Bíblia o homem experimentou a “queda” e por isso as coisas não são como “antes”, assim a realidade da homossexualidade não deve ser descartada, faz parte da vida, embora biblicamente possa ser considerada uma... “anomalia”.

No aspecto cientifico não podemos considerar a homossexualidade uma anomalia, ou uma doença, é algo natural, e que pode ser encarada de duas formas, a HOMO – periférico e a HOMO- profunda, na primeira se refere a indivíduos que tem o comportamento homossexual (ou tiveram) só que isso não faz parte de algo mais profundo em seu ser, sendo um fenômeno decorrente de experiências novas, dinheiro, moda, trauma, baixa auto-estima (etc.) no qual tal pessoa pode até ser heterossexual e deixar de ter comportamentos homossexuais. Já no segundo caso se refere a sujeitos que desde sua tenra infância ou adolescência tem uma afetividade e desejos voltados totalmente para o lado HOMO, não é uma escolha e sim uma condição, muitos tentam mudar, não se aceitam, mais acabam não conseguindo, mesmo achando isso errado.

Olhando a perspectiva da Bíblia não acredito que ela se refere a todos os homossexuais, o seu contexto abrange pessoas que se entregam a uma disposição mental reprovável, aos gays que fazem da sua “anomalia” um orgulho, daqueles que se entregam as surubas... Não podemos aplicar a mensagem cristã de Paulo para um homem e mulher que apenas querem um lugar ao sol. O principio cristão nesses casos é que o ideal para quem está nessa condição é ser um “eunuco por amor ao reino de Deus”, mais sabemos que nem todos estão aptos para isso, em todo caso o homem é maior que o sábado, assim é maior que sua realidade sexual.

O cristão não deve ser contra o homossexual, antes deve sim não aceitar a ideologia do homossexualismo, que é o orgulho de algo que não se deve orgulhar, um movimento repleto de características reprováveis, e que é tão intolerante quanto aos outros que o criticam.