A culpa é da monogamia





“Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne” (Gênesis 2:24)


Os cientistas revelam que a monogamia não é natural. O ser humano não foi programado para se acasalar com apenas uma pessoa e passar o resto da vida fazendo sexo somente com ela. E isso poucas pessoas levam em conta. A mulher, em especial, não entende como um homem mesmo apaixonado pode trair de vez em quando a parceira. Elas, via de regra, só traem por vingança ou por estarem infelizes no relacionamento.

Sobre os motivos que levam o homem ser supostamente mais infiel, as respostas geralmente são: fatores biológicos e culturais. E com isso a ciência também concorda. O homem tem um poderoso hormônio sexual, chamado “andrógeno”, que pode dar a ele muito mais fogo para diversificar os contatos sexuais.  As mulheres estão certas quando dizem que “os homens só pensam naquilo”. Já elas possuem o “estrógeno”, um hormônio mais calminho, que digamos, faz com que (teoricamente) elas não precisem  variar tanto de parceiros. Somado a isso, temos o fator cultural.

Durante a maior parte da história humana, o homem arrogou-se o direito de oprimir a mulher, que esteve confinada dentro de casa, parindo, cuidando da casa e da prole, sem ter as mesmas chances do companheiro para dar umas escapadas e fornicar na casa do vizinho. O rigor com a traição feminina sempre foi mais severo que com seu par. E para as mulheres que não entendem porque os homens geralmente são tão insaciáveis na corte, talvez essa anedota (ou seria caso real) explique:

O presidente dos Estados Unidos, Calvin Coolidge (1872-1933) visitava com sua esposa uma fazenda americana, mas cada um foi para lados diferentes. Então, o guia mostrou ao presidente um galo sozinho no meio de dezenas de galinhas e disse:

– A senhora Coolidge pediu-me para mostrar ao senhor que este galo pode copular várias vezes ao dia.

– Sempre com a mesma galinha? – perguntou o presidente.

– Não, senhor.

– Por favor, então diga isso à senhora Coolidge! – propôs o presidente.




 
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